Negociações trabalhistas para o setor de Alimentos

Ao todo, 63 cláusulas foram discutidas

Formas de pagamento (cheque ou dinheiro), auxílio-alimentação, auxílio-funeral, pagamento das verbas rescisórias, homologação da rescisão de contrato de trabalho, cópia do laudo ambiental de insalubridade e periculosidade – essas são as cláusulas que foram negociadas em 22 de novembro, durante a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), que foi realizada na sede do Sincabima.

A convenção reuniu empresas ligadas à comissão de negociação (Ninfa, Dori, Doce Fronteira e Vale Fértil) e representantes da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação do Estado do Paraná (FTIAPR).noticias-sincabima-cct

Ao todo, 63 cláusulas foram discutidas. Na convenção coletiva realizada em maio, alguns acordos foram unificados entre a capital e interior, como o adicional noturno, estabilidade no retorno das férias e cesta básica. Para Rommel Barion, presidente do Sincabima, o resultado da CCT mostra que o sindicato está aberto para ouvir os trabalhadores e quer encontrar soluções que sejam satisfatórias para os dois lados. “Além disso, as negociações visam acabar com as diferenças de custos, porque isso traz concorrência desleal às empresas”, pontua.
Barion ressalta que a nova Reforma Trabalhista, prevista para 2017, certamente dará força à CCT. Na realidade, embora a Constituição Federal já reconheça as convenções e acordos coletivos, o que o Governo propõe é uma maior autonomia das partes (empregadores e empregados) para que esses, por meio de ampla negociação coletiva, estabeleçam normas próprias, acordos e convenções coletivas de trabalho.

Palavra da Presidente

Certamente este Outubro ficará marcado para muitos – qualquer que seja a mudança, ficará igual ao que é ou ao que já foi. Como vamos lidar com isso é o

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